“Minha querida Mary:
Estou lhe enviando isto, porque não sei o que fazer com ele. No fundo, creio que quero que veja à luz do dia... acho que todo mundo é assim, a não ser o grande gênio que guar¬da seus quadros empilhados no estúdio e nunca os mostra a ninguém. Nunca fui assim, mas também nunca fui um gênio — sou apenas o Sr. Larraby, um jovem e promissor retratista.
Bem, minha cara, você sabe do que se trata — como é horrível interromper o trabalho que amamos e que fazemos bem, porque o amamos... por isso somos amigos, eu e você. Além do mais você entende desse negócio de escrever. Eu... eu não!