I - O BURGO
Meus males de quem procedem?
Não é de vós? claro é isso:
Que eu não faço mal a nada
por ser terra e mato arisco.
Isto sois, minha Bahia,
Isto passa em vosso burgo
E POIS CRONISTA SOU .
Se souberas falar também falarás
também satirizaras, se souberas,
e se foras poeta, poetaras.