Fiz, em 1908, imprimir as Reminiscencias. Era o primeiro livro que do volumoso espolio esparso do Visconde de Taunay trazia a lume. Sahiu sobremodo encorpado, abrangendo séries exlensas de artigos publicados em diversas épocas e em vários jornais fluminenses e paulistas.
Reproduzil-o hoje seria refazer um volume por demais alentado, quando toda a tendência moderna é se editarem livros com duas a três centanas de páginas, quando muito.