Fazem hoje muitos anos
Que de uma escura senzala
Na estreita e lodosa sala
Arquejava u a mulher.
Lá fora por entre as urzes
O vendaval s estorcia...
E aquela triste agonia
Vinha mais triste fazer.
"A pobre sofria muito.
Do peito cansado, exangue,
Às vezes rompia o sangue
E lhe inundava os lençóis.
Então, como quem se agarra
Às últimas esperanças,
Duas pávidas crianças
Ela olhava... e ria após.